É um marco na caminhada do Pensamento pela história do Ocidente. Não só o rigor da reflexão como sobretudo a provocação de questionar a questão do sentido do ser fazem de Ser e tempo o maior desafio para a filosofia no século XX. Em ritmo revolucionário, Ser e tempo se põe à altura da Crítica da razão pura de Kant, da Fenomenologia do espírito de Hegel e do Zaratustra de Nietzsche. Todas as forças são mobilizadas para pensar pela raiz o percurso de realizações históricas da realidade ao longo dos muitos passos desta passagem várias vezes milenar que é a história do Ocidente.