A OUTRA RAINHA

OUTRA RAINHA, A
Editora: REC - RECORD
edição
isbn13
Número de páginas
Peso
Autor
Editora
R$ 99,90
\r\n\"No more tears. Now I will think upon revenge.\" A famosa frase atribuída a Maria Stuart, rainha dos escoceses, ilustra bem porque é considerada uma das mais controversas personagens da história. Ora retratada como uma mulher romântica e fervorosa, outras como uma manipuladora leviana, Maria sempre atraiu a atenção de biógrafos e escritores de ficção histórica. Mas muitos negligenciam os anos de cativeiro da rainha, quando confiou na promessa de santuário oferecido por Elizabeth I.\r\n\r\nCom o talento para recriação histórica que conquistou milhares de fãs mundo afora, Philippa Gregory ficcionaliza este episódio pouco conhecido da vida de Maria Stuart em A outra rainha. Em 1568, após fugir de lordes escoceses revoltosos, Maria é colocada sob custódia de George Talbot, Conde de Shrewsbury, e sua mulher, Bess de Hardwick. O jovem casal recepciona Maria em sua casa certos de que o papel de carcereiros e anfitriões aumentará sua influência na corte elizabetana. Mas vêem que a tarefa acabará por fali-los.\r\n\r\nPior: a presença da monarca na propriedade em Derbyshire transforma o local em um ninho de intrigas políticas e potencial traições. George, até então leal à coroa inglesa, se apaixona por Maria Stuart. Secretamente, Bess se reporta ao chefe de espiões de Elizabeth, William Cecil. Se o conde cair na rede de sedução de Maria e William descobrir provas que os ligue a crescente conspiração para libertar a monarca, ambos podem acabar no cadafalso. Maria habilmente joga um contra o outro, enquanto planeja sua própria fuga.\r\n\r\nNarrado através das perspectivas desses três personagens tão diferentes — Bess, mulher forte e independente; George, um homem honrado e extremamente leal a Elizabeth; e a própria Maria da Escócia —, A outra rainha é uma trama repleta de suspense, paixão e segredos palacianos. A Inglaterra dos Tudors ganha vida pela pena de uma das mais elogiadas autoras de ficção histórica da atualidade. Philippa Gregory, considerada a dama do romance histórico, mostra que é possível romancear o passado, sem desafiar a historiografia.