“Estas recordações [...], por que não iniciá-las pelo dia em que o Destino me tomou pela mão para fazer de mim a cantora que eu viria a me tornar?” Para a jovem Édith Gassion, o destino assumiu a forma de Louis Leplée, dono de um cabaré na Champs-Elysées, que lhe daria a oportunidade de estrear nos palcos e também o primeiro nome artístico: “la Môme Piaf”, ou “pardalzinho”. Édith Piaf relembra a infância miserável, o começo difícil, os grandes sucessos. Recorda como se tornou a coqueluche dos intelectuais, especialmente de Jean Cocteau, e, com franqueza única, evoca também os homens de sua vida.