A arte exige de nós uma atenção completamente particular. Não há como simplesmente passar por uma obra de arte e seguir em frente sem um tipo de presença incomum. Arte exige atenção. Clínica também. Assim, partindo da fenomenologia hermenêutica heideggeriana como elo de ligação, Maíra Clini acompanha o espectro pleno das relações entre arte e clínica e o tipo de requisição comum que é feito em cada um desses âmbitos. Surge daí uma nova perspectiva de pensar o encontro terapêutico e as possibilidades de realização da terapia.