A poesia de Aderaldo Luciano é forte, é viva, é punhal. Assentada sobre a tradição da poesia do povo, sua voz eleva-se da terra aos céus como um vulcão aceso e espraia-se do céu à terra como um corisco universal. Seus versos são marcados pela intervenção social, sem ser panfletário pelo alto grau de lirismo, sem ser piegas pela conjugação certeira entre engenho e arte.