ANOS, OS

ANOS, OS
edição
isbn13
Número de páginas
Peso
Autor
Editora
R$ 52,90
Este produto está temporariamente indisponível.
Uma das principais escritoras francesas da atualidade, Annie Ernaux empreende neste livro a ambiciosa e bem-sucedida tarefa de escrever uma autobiografia impessoal. Com ousadia e precisão estilística, ela lança mão de um sujeito coletivo e indeterminado, que ocupa o lugar do eu para dar luz a um novo gênero literário, no qual o registro pessoal se mescla à grande História, numa singular evocação do tempo. Consciente do caráter fugidio e maleável da memória, Ernaux abraça a incerteza e faz dela um trunfo: “Assim como o desejo sexual, a memória nunca se interrompe. Ela equipara mortos e vivos, pessoas reais e imaginárias, sonho e história”. principais escritoras da atualidade, Annie Ernaux neste livro a ambiciosa e sucedida tarefa de escrever uma autobiografia impessoal. Com ousadia estilística, ela lança mão de coletivo e indeterminado, o lugar do eu para dar luz a gênero literário, no qual o pessoal se mescla à grande numa evocação do tempo Consciente do caráter fugidio e da memória, Ernaux abraça a faz dela um trunfo: “Assim desejo sexual, a memória interrompe. Ela equipara vivos, pessoas reais e imaginárias, sonho e história”. de uma profunda sensibili-social, Ernaux, cuja obra é per-temática de sua origem revoluciona o conceito de autobiografia ao situá-lo dentro do sociologia, transitando en-subjetividade e o coletivo, entre a experiência íntima e o peso das gran-narrativas sobre os indivíduos. de Janeiro. Contos fluminenses, sua primeira coletânea de histórias curtas, saiu em 1870. Seu primeiro grande romance foi Memórias póstumas de Brás Cubas, publicado em 1881. Em 1899, publicou Dom Casmurro e em 1897, foi eleito presidente da Academia Brasileira de Letras, instituição que ajudara a fundar no ano anterior. Morreu em 29 de setembro de 1908, aos 69 anos de idade.