Atualmente, predominam na maioria das coberturas midiáticas sobre o Oriente Médio notícias sobre atos atrozes, custos e baixas de guerra e demais dados estatísticos. É feito crer que se trata de uma região assolada pela intolerância e repleta de problemas insolúveis, na qual mortes violentas e atrocidades de todos os tipos são inevitáveis. Dificultando uma compreensão objetiva de seus fatídicos acontecimentos, palavras como terrorismo, fundamentalismo, radicalismo, ódio aos Estados Unidos e anti-semitismo são empregadas como armas ideológicas, anuviando os reais interesses e as causas por trás da barbárie que assola a região há mais de um século. Pensando estarem informados a respeito do assunto, ao lerem as mais diversas reportagens pretensamente neutras, os cidadãos fazem suas reflexões a partir de um mundo manipulado de informações, expandindo suas fronteiras e tornando-se eles próprios, incautamente, agentes da desinformação. Dado a discrepância entre a grande quantidade de infor