O mundo passa por transformações intensas que afetam diretamente nossas formas de comunicação. O jornalismo sofre com os impactos de um tempo conduzido por autoverdade, imediatismo e incessantes renovações tecnológicas. Trocamos informação por consumo, qualidade por quantidade, absorvemos verdades e mentiras de forma acelerada e banal como glutões esfomeados, sem tempo para refletir ou questionar o que engolimos. Nesse cenário caótico, de que forma retomar os ideais de um jornalismo sonhado em outros tempos? Um jornalismo mais útil, social, plural e efetivo. Talvez a solução esteja em equilibrar melhor as coisas, aliar técnica e emoção, trabalhando por uma produção que faça mais sentido para a nossa geração e adiante. Nesse percurso, compreender o ritmo e a direção das mudanças é fundamental. Em O Jornalismo Sensível: leituras plurais da realidade apresentada pelos afetos, você vai encontrar análises, reflexões e propostas para um caminho teórico e prático nesse campo, em linguagem ace