“Estas páginas foram escritas alicerçadas no desejo de abrir caminhos interiores que favoreçam chegar
aos eus impostos, aos papéis que assumimos por medo, conveniência, imposições afetivas.
Elas são resultado de um movimento que tem sido constante no exercício do meu ministério: refletir sobre
os desvios existenciais que nos impediram de cultivar os eus que correspondem ao eu substancial que
somos, e sobre eles interferir.
Nunca é tarde para nos tornar quem somos. A substância que nos diferencia no mundo é um potencial que
não cessa de florescer. Há sempre um detalhe a ser cultivado, uma versão inédita a ser descoberta e
assumida.”
– Pe. Fábio de Melo