SINOPSE
Trata-se de práticas e teorias artísticas e educacionais que elaboram desidentificações às hegemônicas epistemologias ocidentais, através da proposição de metodologias poéticas e políticas em performance e pedagogia que reinscrevem e reconstroem discursos, representações, imaginários e práticas corporais.
As desobediências anticoloniais se entrelaçam, nesta escrita, com as minhas vivências e identidades fraturadas enquanto artista/pesquisador/educador latino-americano, brasileiro e dissidente sexual, por meio de construtos artísticos nomeados de Protocolos de Convivialidade, ao questionarem as relações geopolíticas constituídas através de colonialidades em agendas culturais, educacionais e existenciais da produção de conhecimentos em arte e educação.
De forma debochada, os Protocolos de Convivialidade podem acionar rachaduras no sistema mundo colonial, ao interferirem e reconstruírem corpos e espaços em performance e pedagogia, escancarando para outras formas de viver e (re)