Esta é a história da mulher que não lembra. Não lembra que tem um filho, portanto, nem que é mãe. O filho, que tinha ido para longe volta na tentativa de se reaproximar da mãe. A última peça é a estreia da atriz e diretora teatral Inez Viana como dramaturga. É um texto profundo sobre a relação entre mãe e filho, e sobre a importância da memória como prova de nossa existência.O texto de Inez Viana é tão profundo quanto uma relação entre mãe e filho vive não só nessas páginas, caras leitoras e leitores, mas, sim, no fundo da alma, onde nem mesmo memória existe. Grace Passô.A carioca Inez Viana, nascida em 1965, é atriz e diretora teatral, com bacharelado em Artes pelo Instituto CAL, no Rio de Janeiro. Em 2010, foi uma das fundadoras da Cia OmondÉ, com sete peças montadas, sendo quatro publicadas pela Editora Cobogó Mata teu pai 2017, de Grace Passô, Infância, tiros e plumas 2015, de Jô Bilac, Nem mesmo todo o oceano 2013, de Alcione Araújo com adaptação de Inez Viana, e Os mamutes 2