Nesta edição, respondemos a críticas adicionando diagramas extras, fazendo alterações aqui e ali e melhorando o layout. O bom médico é o bom ouvinte, bom examinador, bom intérprete e bom solucionador de problemas. Esperamos que o exame clínico não seja suplantado por TCs, IRMs, PETs e técnicas de exames cada vez mais sofisticadas. As técnicas de exame melhoraram drasticamente nos últimos 20 anos para aqueles que atuam em hospitais secundários e terciários. Isso se aplica especialmente aos exames ultrassonográficos de abdome agudo em bebês e crianças, em ecografias cardíacas e no exame de IRM do cérebro de recém-nascidos e bebês, para citar apenas alguns exemplos. O pediatra de atenção primária que trabalha em consultório distante ou de forma isolada ainda precisará confiar em sua capacidade diagnóstica e habilidades clínicas. Confiamos que os achados clínicos continuarão direcionando as investigações apropriadas. Ouvir e pôr a mão na massa continua sendo o alicerce do contrato e do contato clínico. Bons pediatras conversam e pensam mais, e, esperamos, fazem menos exames de sangue. As crianças gostarão deles por isso.